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Video do Adoção Brasil sobre como funciona o período de adaptação!

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(Walter Gomes de Sousa – Psicólogo e Supervisor da SEFAM)

Uma das mais extraordinárias experiências vividas por quem atua na mediação de processos de adoção é constatar os efeitos emocionais, cognitivos e comportamentais na vida de crianças e adolescentes que passam a fazer parte de uma nova família.

As crianças e adolescentes que são cadastrados para adoção carregam complexos e sofrimentos históricos de violação de direitos perpetrados no antigo ambiente doméstico e, na maioria absoluta dos casos, por quem detinha a especial responsabilidade de lhes garantir proteção e segurança.
Uma das mais doloridas ocorrências que marcam indelevelmente a vida emocional de incontáveis crianças e adolescentes em regime de acolhimento institucional é a ruptura dos vínculos parentais com a família biológica. A interrupção dessa convivência com os entes parentais originários equipara-se à perda de alguém muito especial e significativo para a morte e as consequências emocionais decorrentes disso são desastrosas e traumatizantes.

Walter Gomes de Sousa 
Psicólogo e supervisor da Seção de Colocação em Família Substituta

da Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal

A celeridade e a finalização do processo judicial de adoção é o desejo de milhares de adotantes e adotandos em todas as comarcas brasileiras. A previsão de rapidez e agilidade dos feitos que tramitam no contexto da Justiça Infantojuvenil é objeto do Provimento 36 editado pela Corregedoria Nacional de Justiça na data de 24/4/2014. Há ênfase quanto à necessidade de os processos de adoção tramitarem com absoluta prioridade e de as equipes multidisciplinares do Poder Judiciário envidarem esforços no sentido de dar máxima celeridade na avaliação técnica nos processos de adoção e na reavaliação da situação jurídica e psicossocial de crianças e adolescentes acolhidos. A citada previsão se reveste de elevada imprescindibilidade haja vista estar em jogo o futuro de milhares de crianças e adolescentes acometidos por indescritíveis sofrimentos emocionais e psíquicos em razão de toda sorte de violação de direitos fundamentais, sobretudo a privação da saudável e afetiva convivência familiar.

 

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semana adocao rj 2017

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(artigo do Jornal Nacional - O globo)
Crianças aptas para adoção nem sempre são como os adotantes desejam.
Série do JN mostra a história de Vitória, com paralisia cerebral e adotada.

Adotar não é para todos. Ainda bem, não há tantas crianças. 

Adotar não exige mais amor, ou esforço, do que cuidar de uma criança. Exige um amor diferente.
Adotar não exige mais força ou abnegação do que cuidar de um filho biológico. É apenas diferente.

Publicado em G1dia 24/05/2017 - clique aqui para ver o original.

Adotar é um processo de construção que precisa de paciência e de apoio.
Série do JN mostra o desafio de dar um lar a irmãos ou crianças maiores.

Entre 2014 e 2015, quase 200 crianças adotadas foram devolvidas aos abrigos, em São Paulo. Nesta terceira reportagem da série sobre adoção, Graziela Azevedo mostra que adotar é um processo de construção, que precisa de paciência e de apoio.

Uma opção para candidatos a adoção é procurar crianças em outros municípios.

Não há varas em todos os municípios e comarcas, mas pode haver crianças disponíveis para adoção.

 

- Eles tem filhos?
- Não.
- Por que?
- Não podem, problemas de saúde.
- Então vão adotar. – complementa Kyra, desanimada.

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Dia 3 de abril de 2017, foi promulgada uma lei em Brasília. Ela não muda muita coisa. Ela fala sobre adoção de crianças, principalmente sobre entrega de crianças para a adoção. A partir de agora, é obrigatório colocar um cartaz nos hospitais, dizendo que a entrega de filho para adoção não é crime.

Se você adotou, pensa em adotar, foi adotado ou quer saber como é adoção de crianças, veja. 
Lion - o filme
 

A lei define direitos e deveres do cidadão e do Estado. Adotar uma criança é um direito? É um direito de todos os cidadãos? Essa é a forma correta de entender adoção de crianças?

Não, não é.

Este não é um texto escrito por advogados, legisladores ou qualquer especialista. Este é o ponto de vista do Portal da Adoção. Temos a certeza de que há vários especialistas, de várias áreas, que conhecem do assunto e estão disponíveis para nos esclarecer suas posições, baseados no direito romano e outras vertentes.

Mas o Portal da Adoção acredita que adotar não é um direito.

Crianças são crianças, da mesma forma que mães são mães e palmito é palmito. Todos podem mudar de endereço, mas continuam sendo o que são: crianças, mães e palmito.

Essa é uma lição que as mães não devem esquecer.

“Quero adotar uma criança, mas precisa ser hoje, o mais rápido possível. Não quero, preciso, é necessário. Não posso esperar, quero adotar rápido, logo.”


Não, não precisa não.